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Eike Batista, a fortuna de todos nós

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Adivinhe quem vai pagar a conta da quebradeira das empresas de Eike Batista? Ex-bilionário Eike Batista Por Welliton Resende  Ele era o queridinho do empreendedorismo brasileiro até enfrentar uma onda tsunâmica que dizimou a sua fortuna a menos de 10% do que era originalmente. Trata-se do mineiro da cidade de Governador Valadares Eike Batista, 56 anos. Com seu pai, Eliézer Batista, dentro dos intestinos dos governos militares, onde chegou a ocupar os cargos de ministro de Minas e Energia e presidente da Companhia Vale do Rio Doce,  ficou fácil para Eike saber onde "procurar" as suas minas. Vale o lema, "quem tem informação estratégica tem poder, quem tem informações sobre minas então...". Com poder político, econômico e posando de filantropo (em sua biografia na Wiki está informado que ele injeta dinheiro na preservação do Parque Nacional do Lençóis Maranhenses) fica fácil receber o dinheiro público do BNDES para tocar os seus negócios. No entant...

Entenda o perdão da dívida do Congo pelo Brasil

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Por Leonardo Bento * Desde o início da década de 2000 existe no BNDES uma linha de financiamento para empresas brasileiras que são consideradas "exportadoras de serviços". A transação, como muita coisa nesse país, é baseada em num artifício contábil. A empresa acerta com o governo de algum país estrangeiro a construção de uma obra de infraestrutura, cujo projeto já está pré-aprovado para financiamento. Com base no acerto, a empresa vai ao BNDES e toma um financiamento em reais, supostamente para “exportar serviços de engenharia”. Nessa hora, a dívida troca de mãos. O país beneficiado é que passa a dever ao BNDES (em dólares) o montante correspondente à operação. Esse dinheiro é lançado como "crédito a receber" pelo Brasil. Foi esse tipo de dívida que o governo brasileiro perdoou. Saíram ganhando o governo estrangeiro e a empreiteira. Nós é que saímos perdendo. Dessa brincadeira resulta o seguinte: 1. Trata-se de uma triangulação para disfarçar empréstimo...

TCU mira aporte ao BNDES

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O Globo BRASÍLIA e RIO - Em decisão aprovada no último dia 14, o Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu que o aumento de aportes do Tesouro Nacional para o BNDES, com o objetivo de financiar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O Tesouro repassa recursos ao BNDES - as chamadas subvenções econômicas -, mas não apresenta os cálculos dos subsídios embutidos nos repasses nem adota medidas de compensação para garantir o equilíbrio fiscal, o que representa "severa afronta ao objetivo principal da LRF", diz o relatório aprovado pelo plenário do Tribunal. Esses subsídios são a diferença entre a remuneração dos títulos públicos e a taxa de juros cobrada pelo BNDES nos empréstimos. O próprio TCU fez um cálculo dos benefícios previstos para o período de 2011 a 2015, chegando ao valor de R$ 72 bilhões, uma média anual de R$ 14,4 bilhões. Diante do aumento das transferências ao BNDES, a Secretaria do Te...