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O efeito contrário da reeleição no Maranhão

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Os casos de reeleição na maioria dos municípios do MA têm sido um verdadeiro desastre para boa parte da população. Muitos dos prefeitos, quando trabalham, fazem alguma coisa somente no primeiro mandato. No segundo, por seu turno, transformam as nossas já dilapidadas cidades em verdadeiras terras arrasadas onde predominam a corrupção, o clientelismo e o nepotismo. Por isso, temos 66 das 100 cidades mais pobres do Brasil.

Mas quem o "Neymar" está 'pegando" ultimamente?

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O Brasil próximo a um hecatombe financeiro e a mídia explora em exaustão o "caso Neymar". Basta se observar o tempo gasto nas coberturas das televisões abertas sobre os dois casos para se notar a diferença entre profundidade, tempo e abrangência da abordagem dos assuntos. Vamos tratar do "Neymar" e deixar que poucos iluminados descubram uma solução salomônica para milhões de empregos e esperanças de futuro de um povo inteiro. Mas quem o "Neymar" está 'pegando" ultimamente?

Sem corrupção, o brasileiro poderia ser até 27% mais rico

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Propina, mensalão, superfaturamento, dinheiro na meia ou na cueca. Tudo isso faz o Brasil perder, por ano, entre R$ 41,5 bilhões e R$ 69,1 bilhões, segundo estudo do departamento de competitividade e tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Numa escala de zero a 10 feita pela ONG Transparência Internacional – pela qual quanto menor a pontuação, maior é o índice de corrupção – o país tem 3,7 pontos. Se tivesse a mesma pontuação das nações menos corruptas (7,45), o brasileiro poderia ser 15,5% mais rico. O levantamento mostra que, hoje, cada brasileiro recebe em média R$ 14,47 mil por ano, e passaria a receber R$ 16,71 mil, ou seja, 4,4 salários mínimos a mais. Se a corrupção não existisse, o aumento da renda per capita (R$ 18.388) seria de 27%, o equivalente a quase oito salários mínimos a mais. “Se o nível de corrupção no país diminuísse, mais recursos seriam liberados para as atividades produtivas, o que poderia gerar ma...